Pelo 2º ano consecutivo, curso de Jornalismo tem aluno na final de prêmio do Estadão

Divulgação: Estadão

Por ser uma das seis finalistas, Rafaela Tavares Kawasaki recebeu um notebook e teve ainda a matéria produzida para o prêmio publicada no site do Estadão

Por ser uma das seis finalistas, Rafaela Tavares Kawasaki recebeu um notebook e teve ainda a matéria produzida para o prêmio publicada no site do Estadão

A formanda da turma 2014 do curso de Jornalismo do UniToledo Rafaela Tavares Kawasaki, de 27 anos, chegou à final do Prêmio Jovem Jornalista promovido pelo jornal o Estado de S. Paulo em parceria com o banco Santander. É o segundo ano consecutivo que a instituição tem um finalista no concurso. Em 2013, o ex-aluno Caio Carvalho esteve na mesma posição.

“Eu fui a segunda aluna do curso de Jornalismo do UniToledo a chegar nessa fase, o que deve ser um estímulo para os estudantes”, afirma Rafaela.

O tema do concurso foi “Tecnologia revoluciona educação”. A jovem jornalista fez uma matéria sobre gamificação, uma tendência da utilização de games em espaços além do entretenimento, no caso, na sala de aula. A matéria foi publicada no site do Estadão. Leia aqui.

ETAPAS
O Prêmio Santander Jovem Jornalista ocorre durante a Semana Estado de Jornalismo. Para concorrer à premiação, os alunos devem participar do evento como ouvinte e somar presença nos quatro dias para então poder inscrever sua matéria. “Pelo que os organizadores disseram, mais de 100 dos 300 participantes da Semana Estado inscreveram matérias para disputar o prêmio. Depois a comissão julgadora lê e analisa esses textos”.

Dos cem são escolhidos seis finalistas e Rafaela foi um deles. O vencedor é escolhido após entrevista com representantes do Estadão, do Santander e da Universidade de Navarra, além de um professor convidado. O prêmio final é uma bolsa de estudos de seis meses em Navarra.

Rafaela começou a fazer estágio no jornal Folha da Região em Araçatuba no final do primeiro semestre do primeiro ano de faculdade. Durante oito meses, foi estagiária do caderno de cultura. Em abril de 2012, foi contratada como assistente de produção e, em julho de 2014, como repórter. “A vivência em uma redação e a experiência profissional também contribuíram muito para a apuração da matéria do concurso”.

A repórter conta que a sensação de saber que estava entre os finalistas foi incomparável e que ficou eufórica quando recebeu a notícia. “Mal acreditava! Estar entre os finalistas desse prêmio, disputado por estudantes de todo o país, contribuiu para dar um diferencial à minha formação profissional e também me deixou mais confiante”.

A ex-aluna explica que a conquista também significou um contato com profissionais do Estadão, um dos maiores veículos de comunicação do Brasil. “Isso é enriquecedor. Foi um momento muito gostoso, que nunca vou esquecer”.

UNITOLEDO
A repórter conta que os professores do curso de Jornalismo do UniToledo foram os grandes responsáveis por sua formação, por isso, foram fundamentais para essa e qualquer conquista profissional ou acadêmica.

“Isso é válido tanto para os docentes das matérias específicas da área de Comunicação, como para aqueles que promoveram meu contato com estudos de Humanas. Todo o primeiro contato com técnicas de apuração, redação jornalística, teorias, sociologia, história, etc., tudo que serviu de embasamento para eu conseguir fazer esta e outras matérias devo a eles”.

Rafaela também revela ser muito grata à ex-coordenadora do curso Karenine Rocha da Cunha que, além de ser uma professora muito presente em todos os anos de sua formação, foi a grande incentivadora para a viagem até São Paulo para participar do concurso.

“A Fernanda Mariano, atual coordenadora, também foi uma ótima professora de matérias essenciais para a minha atuação como repórter e me acompanhou no dia da entrevista, um momento tão importante em que eu estava tão ansiosa”.

DICA
A principal dica que a ex-aluna deixa é ler muito. “Leiam livros técnicos ou teóricos indicados pelos professores, leiam jornais, revistas e matérias em sites, leiam livros-reportagens, ficção, quadrinhos. A leitura melhora nossa escrita e todo o conhecimento adquirido por ela acaba sendo útil para você como repórter e como pessoa”.

Aproveitar muito bem as aulas é outra indicação de Rafaela. Cada explicação dos professores, cada comentário que fizerem vão servir muito na vida acadêmica e profissional.

“Participem de concursos. Esse foi o único concurso de que eu participei e me arrependo de não ter participado de outros. São várias oportunidades ao longo dos anos de curso e acho que todos têm chances”.

Edição: Barbara Franchesca Nascimento