Aroma, sabor e excelência são destaques nas produções das aulas práticas dos alunos de Gastronomia do UniToledo

Guilherme Modesto e Aline Ceolin

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Pratos criativos, aroma que deixa qualquer pessoa com água na boca e alegria contagiante. Seja na segunda ou sexta-feira, essas são algumas das qualidades das aulas no curso de Gastronomia do UniToledo.

Pratos criativos, aroma que deixa qualquer pessoa com água na boca e alegria contagiante. Seja na segunda ou sexta-feira, essas são algumas das qualidades das aulas no curso de Gastronomia do UniToledo.

Pratos criativos, aroma que deixa qualquer pessoa com água na boca e alegria contagiante. Seja na segunda ou sexta-feira, essas são algumas das qualidades das aulas no curso de Gastronomia do UniToledo. Na sexta-feira (31), os futuros chef de cozinha do período diurno e noturno, tiveram mais uma aula prática em laboratório. Na supervisão do professor chef Marcelo Spósito, os graduandos trabalharam com o tema “Colômbia”. A matéria na qual o professor aplicou a atividade prática é “Cozinha das Américas”.

Já no dia 3 de abril, a temática da aula “Gastronomia Europeia”, aplicada pela professora chef Ana Carolina Azevedo, foi “Cozinha Portuguesa”. A docente explica que o objetivo da aula prática é desenvolver habilidades e desafiar os limites da profissão em ação. Caldo verde, lulas cheias, bacalhau à gomes de sá, bife à Portuguesa, pastel de Belém e arroz de pato foram alguns dos pratos produzidos pelos alunos.

Ana não deixa de destacar sobre o método de avaliação aplicado durante as atividades práticas no laboratório. “Análise sensorial das produções, postura profissional individual e trabalho em equipe”, conta.

O professor Marcelo também pontua a mesma explicação da professora Ana sobre o objetivo das atividades práticas. “As aulas práticas tem como objetivo fixar todo o conteúdo teórico apresentado em aula, desenvolvendo técnicas e aplicando o trabalho coletivo, preparando os alunos para o mercado de trabalho”, explica.

Sobre a temática da aula, o docente complementa sobre o objetivo de trabalhar com a coletividade. “Dividimos as tarefas como se estivéssemos em uma brigada de cozinha onde todos tem o dever de entregar os pratos ao mesmo tempo. Dessa forma, trabalhamos com o coletivo e objetivos específicos de cada aula”.

Spósito deixa claro sobre os vários pontos de avaliação na aula em laboratório. “Postura (higiene e uniforme), uso adequado das técnicas aplicadas a cada prato, capacidade de trabalho em equipe, uso adequado de cada matéria-prima, uso adequado dos equipamentos, tomada de decisão e resultado final de cada preparação”, finaliza.

Renata Passareli, 53 anos, está no último semestre do curso. Além de aluna, a estudante é monitora no período diurno na instituição. Filha de proprietários de restaurante, a futura chef de cozinha explica que as aulas práticas são fundamentais. “São necessárias para a aplicação de técnicas que aperfeiçoam as produções gastronômicas e conferem muito mais qualidade ao que se prepara”, conta.

Ao falar sobre a escolha pelo UniToledo, Renata diz com todo orgulho de que a instituição tem profissionais competentes. “O curso de Gastronomia do UniToledo está equiparado aos cursos de renome nacionais, pois contamos com professores chefes bastante preparados e com a coordenação do curso empenhada na qualidade e excelência no preparo dos alunos para o mercado de trabalho tão exigente que é o ramo da alimentação”, finaliza.

DO DIREITO PARA GASTRONOMIA

Bruna Leandro, 31 anos, está no 3º semestre e conta que sempre teve o sonho de fazer o curso. Quando a instituição abriu as vagas, foi a primeira a transferir do Direito, curso na qual estava matriculada, para a Gastronomia. “Eu já trabalhava com doces por encomenda e eu queria trazer inovação, porque o mercado exige algo novo e só a Gastronomia poderia me proporcionar o que eu buscava através das técnicas na cozinha clássica”.

A futura chef não deixa de destacar que está muito feliz com os resultados diários no curso e que o aperfeiçoamento e a didática acadêmica conseguem atender todas as expectativas. “A cada semestre aprendemos na cozinha, extraímos aprendizado e desenvolvemos receitas”, conclui.

Edição: Barbara Franchesca Nascimento