Atuação do jornalista na Comunicação Pública é tema de bate-papo para alunos do 7º semestre de Jornalismo do UniToledo

Álbum Pessoal

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Aliar a teoria com a prática e manter contato com profissionais da área é uma das melhores maneiras de formar excelentes jornalistas. Por isso, dentro da disciplina de Assessoria de Imprensa, o professor Paulo Mantello convidou o Diretor de Comunicação da Prefeitura de Araçatuba, Jean Oliveira, para compartilhar suas experiências como assessor de imprensa na Comunicação Pública.

Jean é ex-aluno do UniToledo, tem mais de 20 anos de carreira e está a frente da Comunicação da Prefeitura de Araçatuba há mais de seis anos, além de já ter trabalhado em outros veículos de comunicação da cidade.

Os alunos do 7° semestre haviam discutido em sala, durante aula anterior, sobre a atuação e os desafios do assessor de imprensa na área pública, levantando questionamentos junto com o professor.

PREPARO
Na ocasião, Jean Oliveira respondeu às perguntas dos estudantes e contou suas vivências. O jornalista falou sobre a profissão e explica que buscou mostrar como é a rotina em uma assessoria, sem maquiagens, sobre os desafios da profissão, uma dimensão real do que os futuros comunicadores vão encontrar na realidade.

“Tentei também dar uma palavra de incentivo, destacando que a sobrevivência no mercado de trabalho depende única e exclusivamente do empenho individual de cada um. Como me ensinou meu pai, a vida só é dura para quem é mole”. Para ele, é uma alegria voltar ao UniToledo. Jean destaque seu profundo carinho pela instituição e orgulho em ter sido acadêmico nela.

Rubens Castro, de 22 anos, trabalha com assessoria e diz ser muito importante esse contato por poder tirar dúvidas com quem já vive no dia a dia.

Para Leonardo Matheus Balsalobre, 21 anos, é interessante ouvir os relatos e as experiências de alguém que já conhece e atua na área há algum tempo. “É muito válida essa atividade idealizada pelos professores, colabora para ampliarmos nossa visão quanto ao mercado de trabalho, suas dificuldades e faltando menos de 1 ano para nos formarmos precisamos ter esse contato”, conclui o acadêmico.

Edição: Barbara Franchesca do Nascimento