Turmas de Arquitetura e Urbanismo e Design de Interiores do UniToledo visitam Casa Cor 2017, Japan House e Parque do Ibirapuera

Álbum Pessoal

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A participação em visitas, eventos e feiras durante a graduação dá ao aluno noção material e prática do que é visto em sala de aula

A participação em visitas, eventos e feiras durante a graduação dá ao aluno noção material e prática do que é visto em sala de aula

Conhecer grandes lugares e participar de renomados eventos em sua área é importante para a formação de qualquer profissional. No último sábado, 22 de julho, alunos dos cursos de Arquitetura e Urbanismo e Design de Interiores do UniToledo estiveram em São Paulo para visitarem o Parque do Ibirapuera, a Japan House e a Casa Cor 2017.

O acadêmico do 8º semestre de Arquitetura e Urbanismo Bruno Rodrigues Ribeiro participou das visitas e conta que na Casa Cor pode conhecer tendências e novidades decorativas que servirão como inspiração na hora de criar seus projetos. “Será uma grande referência por conta da qualidade dos ambientes apresentados e do prestígio empregado por seus arquitetos e designers”.

A turma ainda pode conferir o famoso e encantador Parque do Ibirapuera, referência em arquitetura e design. Bruno destaca que tanto o Parque como a Japan House são locais de tirarem o fôlego.

“A pureza contida na essência da arquitetura contemporânea japonesa e o destaque para as obras de artes dos artistas japoneses lá expostas são enriquecedores para qualquer um, principalmente, para nós, futuros arquitetos”, destaca.

O acadêmico descreve o Parque do Ibirapuera como um local muito calmo e inspirador. “Implantado em meio ao caos urbano da cidade de São Paulo, impressiona muito, um grande contraste verde na malha urbana, além do espetacular paisagismo. Sem falar das obras de Niemeyer lá presentes, como, por exemplo, o Auditório e o Planetário do Parque”.

MATERIALIZAÇÃO DO CONHECIMENTO
Bruno afirma que a participação em visitas, eventos e feiras durante a graduação dá ao aluno uma noção material e prática do que é visto em sala de aula. “É a materialização do conhecimento aprendido teoricamente de forma cultural e de certa forma comercial. Entramos em contato com profissionais atuantes da área e o dia a dia da profissão”, define.

O discente ainda explica que é necessário que os estudantes participem e conheçam estes eventos no decorrer da vida acadêmica, pois a vivência dos ambientes relacionados à profissão, por meio da visitação a obras, museus e espaços urbanos, aperfeiçoa o conhecimento de campo.

“Nada melhor do que conhecer o que é visto em sala de aula pessoalmente, com os próprios olhos, e obter a maior gama cultural que, além de nos enriquecer como profissionais engrandece-nos como pessoa”, conclui.

Edição: Barbara Franchesca Nascimento