Alunos de Nutrição e Biomedicina realizam atividades no Projeto Eternamente Moços

Aline Ceolin

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Os alunos fizeram coleta de sangue para realização de exames laboratoriais com o objetivo de prover o acompanhamento clínico dos participantes

Os alunos fizeram coleta de sangue para realização de exames laboratoriais com o objetivo de prover o acompanhamento clínico dos participantes

A manhã da última terça-feira (25) foi repleta de conhecimentos práticos para os alunos dos cursos de Biomedicina e Nutrição do UniToledo durante a realização da avaliação nutricional e exames nos integrantes do Projeto “Eternamente Moços”. As atividades também contaram com o apoio dos alunos do bacharelado em Educação Física e tiveram a supervisão do professor Wagner Garcez e do biomédico Matheus Janeck Araujo, profissional responsável pelo Laboratório de Análises Clínicas do UniToledo e Supervisor do Estágio.

Matheus conta que os alunos fizeram coleta de sangue para realização de exames laboratoriais com o objetivo de prover o acompanhamento clínico dos participantes do Projeto e, futuramente, discutir os resultados com os organizadores do mesmo de forma interdisciplinar.

“Os estagiários puderam por em prática aptidões em coleta sanguínea, atividade que já é praticada regularmente no estágio, porém, com maior número de pacientes”, explica Matheus.

APRENDIZADO
O acadêmico do 4º semestre do curso de Nutrição Felipe Hideo Geminiano se surpreendeu com a atividade e gostou muito da interação com os idosos. “Raras são as vezes em que se pode sentar e conversar assuntos sobre determinada área com pessoas de mais idade. O maior aprendizado que adquiri foi a sensibilidade nas interações com os idosos. Atividades como essa têm relevância significativa”, ressalta Felipe.

Laura Caroline Moreira, do 8º semestre de Biomedicina, explica que também gostou muito de participar da ação, pois acredita na importância e grande impacto que essas atividades exercem na comunidade, trabalhando de forma em que a integração favorece tanto os senhores e senhoras do projeto quanto os alunos dos cursos envolvidos.

A aluna ainda revela que, realizando a coleta das amostras, pode compreender melhor as formas de coleta sanguínea em idosos, que têm maior sensibilidade e requerem mais delicadeza.

“Não existem muitos projetos voltados para a população senescente, que requer maior atenção à saúde, e podermos contribuir com exames e orientações nos ajuda a entender o verdadeiro princípio dos cursos da área da saúde”, destaca a aluna.

Segundo Matheus, atividades como estas são de grande importância, pois, além da experiência da prática fora do laboratório, em um “posto de coleta”, há também os exames que serão realizados e os resultados obtidos. Em três meses, serão repetidos nas próximas etapas do projeto.

“A realização de uma atividade de cunho interdisciplinar, com a participação de profissionais dos cursos da saúde do UniToledo, é muito importante. Na academia, temos uma riqueza de dados que poderá ser discutida em trabalhos futuros e em novos projetos”, conclui o biomédico.

Edição: Barbara Franchesca do Nascimento